Fluxo de caixa direto e indireto: principais diferenças e importância

Finanças
7 minutos de leitura 01.06.2021
Fluxo de caixa direto e indireto: principais diferenças e importância
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Entenda quais são as principais diferenças e a importância do fluxo de caixa direto e indireto!

Neste artigo, vamos te apresentar uma forma muito simples e efetiva de organizar: o uso do fluxo de caixa. Além disso, pontuaremos as principais diferenças e a importância desse método. Acompanhe!

 

 

O que é fluxo de caixa?

 

A saúde financeira de uma empresa deve ser sempre a prioridade para os gestores do negócio.

 

Para garantir isso, é necessário se organizar de forma prática e efetiva.

 

Uma forma simples de conservar a organização monetária é através de um fluxo de caixa.

 

Através desse método, a empresa consegue avaliar o seu crescimento e determinar se seus recursos estão sendo capazes de suprir as necessidades e despesas do local.

 

O fluxo de caixa acompanha as entradas e as saídas de capital ao longo de certo período, auxiliando o gestor a planejar futuros investimentos ou empréstimos.

 

Contudo, essa não é a única função do método!

 

Um relatório que ajuda na administração e estabelecimento desse método é o Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC).

 

O DFC mostra, de forma clara, a capacidade que a empresa tem de cumprir com suas despesas e até mesmo tendências do caixa que poderão, no futuro, trazer consequências ao negócio.

 

Com o DFC, é possível se planejar para não ser pego de surpresa.

 

Existem dois métodos de fluxo de caixa: o método direto e indireto.

 

Continue lendo para entender as principais diferenças entre eles!

 

 

 

Fluxo de caixa direto

 

Nesse método, o grupo das atividades operacionais é composto por relatórios que indicam as movimentações diárias de entrada e saída.

 

Sua função é evidenciar o resultado financeiro bruto da empresa.

 

No fluxo de caixa direto, o desenvolvimento dos relatórios é mais simples, mostrando de forma clara o desempenho da empresa.

 

Em outras palavras, cada movimentação financeira será classificada de acordo com o tipo de tarefa realizada, permitindo uma maior organização.

 

No entanto, a aplicação do fluxo de caixa direto é mais custosa do que o método indireto, podendo ser um desafio para o negócio.

 

 

 

Fluxo de caixa indireto

 

Diferente do fluxo de caixa direto, o fluxo de caixa indireto equivale à demonstração dos recursos obtidos das atividades operacionais, seguindo critérios fiscais. Ou seja, sua visão depende de informações contábeis para existir.

 

O fluxo de caixa indireto determina a variação do caixa no período de análise.

 

A vantagem desse método é o custo menor e obtenção de informações estratégicas. Por outro lado, ele não trabalha com os dados diretos.

 

De acordo com a Lei 11.638/2007, a DFC é obrigatória para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a dois milhões de reais. Para as Pequenas e Médias Empresas, o fluxo de caixa também é uma das demonstrações contábeis obrigatórias.

 

Leia também: Fluxo de caixa livre: entenda o que é e como calcular

 

 

 

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